Relembre-se
Siglas, conceitos e cálculos essenciais de SST — mais higiene pessoal, técnicas de entrevista e como conduzir um DDS que a equipe realmente escuta.
Calculadora do SESMT e dimensionamento da CIPA
Os quantitativos de SESMT (NR-4) e de membros da CIPA (NR-5) são parâmetros normativos vigentes: o sistema informa a faixa de empregados e os critérios aplicáveis, e nunca estima números. Quando a tabela oficial estiver carregada na base de parâmetros, o resultado aparece aqui automaticamente, sem precisar refazer os jogos.
Dimensionamento do SESMT (NR-4)
Número mínimo de profissionais de segurança e medicina do trabalho conforme o grau de risco da atividade e o total de empregados.
Dimensionamento da CIPA (NR-5)
Número de membros efetivos e suplentes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio, cruzando o agrupamento do CNAE com a faixa de empregados.
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Saúde e doenças ocupacionais
Doença ocupacional
Doença do trabalho
Observação: doença ocupacional é o termo mais amplo; doença profissional e doença do trabalho são classificações relacionadas.
Documentos, exames e registros de SST
CAT
ASO
DOU
DOSP
Diário Oficial
PCMSO
PGR
AET
AEP
PPP
LTCAT
CNAE
LI
LP
Ergonomia e lesões
LER
DORT
Gestão e melhoria contínua
PDCA
Kaizen
5S
Kanban
Relatório A3
5W2H
Spaghetti Diagram
Método 5S — resumo
Seiri — Utilização
Seiton — Organização
Seiso — Limpeza
Seiketsu — Padronização
Shitsuke — Disciplina / autodisciplina
Resumo rápido: Seiri = utilização · Seiton = organização · Seiso = limpeza · Seiketsu = padronização · Shitsuke = disciplina. Em SST, o 5S reduz riscos de queda, obstrução de rotas de fuga e uso de ferramenta errada.
Análise de causas e problemas
Ishikawa
5 Porquês
Método Ishikawa — os 6Ms
O Diagrama de Ishikawa (espinha de peixe) organiza as possíveis causas de um problema em seis grandes grupos — os 6Ms. Escreva o problema na “cabeça do peixe” e distribua as causas levantadas pela equipe em cada espinha.
Método
Matéria-prima / Material
Mão de obra
Máquina
Medida
Meio ambiente
QUEIJO — Layers of Protection
QUEIJO — Layers of Protection
Modelo do Queijo Suíço
As barreiras de segurança funcionam como camadas de proteção, representadas por fatias de queijo, e cada camada pode possuir falhas ou vulnerabilidades — os “buracos”. Um acidente pode ocorrer quando essas falhas se alinham e permitem que o perigo atravesse todas as barreiras.
Projeto e engenharia
EPC
Procedimento
Treinamento
EPI
Supervisão
Cada retângulo é uma fatia (barreira) e os círculos são as falhas dela.
Nenhuma barreira é perfeita
O que acontece na ponta
O que vem da organização
Uso prático: ao investigar um acidente, pergunte quais barreiras existiam, quais falharam e por quê — em vez de parar na culpa do trabalhador. Ao planejar uma tarefa, garanta camadas independentes, para que a falha de uma não abra caminho livre ao perigo.
Pirâmide de Frank Bird
O que a pirâmide representa
Por que ela é importante para a SST
Atenção: a proporção é uma referência histórica e didática, não uma previsão universal. Cada organização deve analisar seus próprios dados e a gravidade potencial de cada evento.
CIPA — prevenção com participação
O que é
Finalidade
Na prática
Por que é importante
SIPAT — educação e mobilização
O que significa
Finalidade
O que acontece
Participação dos trabalhadores
Reconhecimento e valorização em SST
Palestrantes e convidados
Empregado destaque
Empregador comprometido
Reconhecimento não material
Análise estratégica
FOFA
SWOT
FF (Interno)
OA (Externo)
Estrutura das Normas Regulamentadoras
Item
Subitem
Anexo
Como ler uma numeração
10.7.8
- 10 = NR-10
- 7 = item
- 8 = subitem
Lei 8.213/1991 — do art. 19 em diante
Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991
Plano de Benefícios da Previdência Social. Do artigo 19 em diante estão as regras de acidente do trabalho, doença ocupacional, CAT, benefícios acidentários, reabilitação, cotas e estabilidade — a base previdenciária do trabalho do TST.
Ler a lei a partir do art. 19 (Planalto)Art. 19 — Conceito de acidente do trabalho
Art. 20 — Doença profissional e doença do trabalho
Art. 21 — Situações equiparadas
Art. 21-A — Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP)
Art. 22 — CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho)
Arts. 23 e 24 — Dia do acidente e prestações
Arts. 59 a 63 — Auxílio por incapacidade temporária
Arts. 42 a 47 — Aposentadoria por incapacidade permanente
Arts. 86 — Auxílio-acidente
Art. 89 a 93 — Habilitação, reabilitação e cotas
Art. 118 — Estabilidade acidentária
Art. 120 e 121 — Ação regressiva e responsabilidade civil
Higiene pessoal e ocupacional
Corporal
Mãos e unhas
Bucal
Capilar e barba
Vestuário
Pés e calçados
Higiene do sono e mental
Higiene coletiva
Técnicas de apresentação em entrevistas
Antes
Aparência
Corpo
Fala
Método STAR
Fale de você em 90s
Perguntas clássicas
Perguntas para fazer
Depois
Técnicas para DDS
O que é
Estrutura ideal
Escolha do tema
Como falar
Faça perguntas
Erros comuns
Dinâmicas rápidas
Encerramento
Cálculos Importantes
Horas-Homem Trabalhadas — HHT
Total de horas de exposição ao risco de todos os empregados no período.
HHT = nº de empregados × horas trabalhadas por dia × dias no período
Finalidade: Medir o total de horas reais em que os empregados estiveram efetivamente trabalhando ou expostos aos riscos da atividade em determinado período.
Exemplo: 50 empregados × 8 h × 20 dias = 8.000 HHT.
Testar cálculo nos jogos →Horas-Homem Trabalhadas (HHT)
Total de horas de exposição ao risco de todos os empregados no período.
Taxa de Frequência — TF (com afastamento)
Número de acidentes por 1 milhão de horas trabalhadas.
TF = (N × 1.000.000) ÷ HHT
- • N = número de acidentes com afastamento
- • HHT = horas-homem trabalhadas
Finalidade: Medir quantas ocorrências de acidentes com afastamento aconteceram a cada um milhão de horas de exposição ao risco.
Exemplo: 2 acidentes e 8.000 HHT → TF = (2 × 1.000.000) ÷ 8.000 = 250.
Testar cálculo nos jogos →Taxa de Frequência (com afastamento)
Acidentes com afastamento por 1 milhão de horas-homem trabalhadas.
Taxa de Gravidade — TG
Dias perdidos ou debitados por 1 milhão de horas trabalhadas.
TG = (dias perdidos × 1.000.000) ÷ HHT
Finalidade: Medir a severidade dos acidentes de trabalho ou doenças ocupacionais.
Exemplo: 10 dias perdidos e 8.000 HHT → TG = 1.250.
Testar cálculo nos jogos →Taxa de Gravidade (TG)
Dias perdidos ou debitados por 1 milhão de horas trabalhadas.
Taxa de Frequência sem afastamento
Relação de acidentes leves que não geram afastamento.
TF sem afastamento = (N sem afastamento × 1.000.000) ÷ HHT
Finalidade: Medir quantos acidentes leves, que não exigem ausência do trabalhador no dia seguinte, ocorrem a cada 1 milhão de horas trabalhadas.
Exemplo: 5 acidentes sem afastamento e 8.000 HHT → 625.
Testar cálculo nos jogos →Taxa de Frequência sem afastamento
Acidentes leves, sem afastamento, por 1 milhão de horas trabalhadas.
Fator de Queda — NR-35
Mede a severidade potencial de uma queda livre.
Fator de queda = distância da queda ÷ comprimento do talabarte
Finalidade: Auxiliar na avaliação da gravidade potencial de uma queda e do impacto sobre o trabalhador e o sistema de proteção. Cálculo educativo: não substitui a análise profissional de trabalho em altura.
Exemplo: Queda de 2 m com talabarte de 2 m → fator de queda 1.
Testar cálculo nos jogos →Fator de Queda (NR-35)
Mede a severidade potencial de uma queda livre. Cálculo educativo — não substitui a análise de risco de trabalho em altura.
Dose de Ruído — NR-15
Avalia a exposição diária a ruídos contínuos ou intermitentes comparando o tempo real de exposição com o tempo máximo permissível.
D = 100 × (C₁/T₁ + C₂/T₂ + … + Cₙ/Tₙ)
- • C = tempo real de exposição
- • T = tempo máximo permissível correspondente ao nível de ruído (Anexo 1 da NR-15 — parâmetro normativo vigente)
Finalidade: Verificar a exposição diária somando as parcelas de cada ambiente em que o trabalhador permaneceu.
Exemplo: 4 h a 85 dB(A) (T = 8 h) + 2 h a 90 dB(A) (T = 4 h) → D = 100.
Testar cálculo nos jogos →Dose de Ruído (NR-15, Anexo 1)
Compara o tempo real de exposição (C) com o tempo máximo permissível (T) de cada nível de ruído.
Limite de tolerância para calor — IBUTG — NR-15
O Índice de Bulbo Úmido-Termômetro de Globo depende das condições do ambiente e da existência ou não de carga solar.
Com carga solar: IBUTG = 0,7 tbn + 0,2 tg + 0,1 tbs · Sem carga solar: IBUTG = 0,7 tbn + 0,3 tg
- • tbn = temperatura de bulbo úmido natural
- • tg = temperatura de globo
- • tbs = temperatura de bulbo seco
Finalidade: Compreender como o ambiente influencia a exposição ao calor. Os limites de tolerância vêm das tabelas vigentes do Anexo 3 da NR-15 conforme a taxa metabólica da atividade — este sistema não estima limites.
Exemplo: Ambiente interno com tbn 25 °C e tg 30 °C → IBUTG = 26,5 °C.
Testar cálculo nos jogos →IBUTG — exposição ao calor (NR-15, Anexo 3)
Índice de Bulbo Úmido-Termômetro de Globo. O cálculo muda conforme haja ou não carga solar; os limites de tolerância dependem da taxa metabólica e das tabelas vigentes.
Índice de Custo — Ic
Relação entre os gastos totais com acidentes e o volume de trabalho.
Ic = GPBAT (gastos com acidentes) ÷ HHT
Finalidade: Analisar o impacto econômico dos acidentes em relação ao volume de trabalho.
Exemplo: R$ 16.000 de gastos e 8.000 HHT → Ic = 2,00 por hora-homem.
Testar cálculo nos jogos →Índice de Custo (Ic)
Relação entre os gastos totais com acidentes (GPBAT) e o volume de trabalho.